O endocrinologista é o médico responsável pelo diagnóstico e pelo tratamento do diabetes.
No entanto, ele não precisa ser necessariamente a primeira pessoa que você procura, afinal, muitas vezes, é um médico generalista que identifica uma alteração na glicose e solicita exames iniciais para ir mais a fundo nessa investigação.
Para você ter uma ideia de como essa doença faz parte da rotina de muita gente no nosso país, uma estimativa divulgada pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 2025 apontou que cerca de 20 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil.
Só que como existem tipos distintos da doença (assim como diferentes formas de tratamento), esse “viver com diabetes” pode significar coisas bem diferentes. E é justamente por isso que criamos este conteúdo: para você não ter mais nenhuma dúvida sobre o assunto e descobrir como cuidar da sua saúde é mais prático do que você pensava.
Siga com a gente para entender:
- Qual o melhor médico para tratar diabetes;
- Quais são os principais tipos de diabetes;
- Como o diabetes é diagnosticado;
- Como funciona o acompanhamento de quem tem diabetes;
- Qual o maior vilão da diabetes;
- Quais sinais exigem atendimento médico imediato.
Vem com a gente entender como cuidar bem da sua saúde?
Qual o melhor médico para tratar diabetes?
O endocrinologista é o profissional mais diretamente ligado ao tratamento do diabetes, já que cuida de doenças relacionadas aos hormônios e ao metabolismo, e isso inclui a forma como o organismo produz e utiliza a insulina.
No entanto, isso não significa que obrigatoriamente todo o acompanhamento vá acontecer exclusivamente com um endócrino. Um médico generalista, por exemplo, pode diagnosticar e acompanhar muitos pacientes também, enquanto crianças, adolescentes e gestantes têm algumas necessidades mais específicas.
Vamos entender melhor?
Endocrinologista
O endocrinologista é o médico que investiga, trata e acompanha os diferentes tipos de diabetes. Ele avalia como está o controle da glicose, escolhe ou ajusta tratamentos, e acompanha exames importantes ao longo do tempo.
Ele também entra na investigação em outros momentos: quando há dificuldades para bater metas de glicemia, quando acontecem episódios frequentes de hipoglicemia, quando o tratamento fica mais complexo ou quando você precisa tirar qualquer dúvida relacionada a esses assuntos.
Importante: esse profissional não vai analisar a sua situação simplesmente olhando para os seus exames. Ele considera também sua rotina, alimentação, atividade física, outros problemas de saúde e até a dificuldade de encaixar o tratamento no dia a dia.
Endocrinologista pediátrico
Em casos de diabetes em crianças e adolescentes, o ideal é recorrer a um endocrinologista pediátrico, que é quem cuida das alterações hormonais e metabólicas que são específicas nessa faixa etária.
Inclusive, vale destacar aqui a importância desse profissional, já que o diabetes tipo 1 aparece com bastante frequência nessas fases da vida. Para você ter noção, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, projeções para 2040 estimam que mais de 17 milhões de crianças e adolescentes sejam afetados por essa doença.
Como a criança ainda está crescendo, o acompanhamento também precisa levar em conta alimentação, escola, atividade física, mudanças do corpo e a participação da família no cuidado. Em outras palavras, o endócrino pediátrico entra aqui para contribuir em um tratamento que não se esqueça que, no fim das contas, a criança continua sendo uma criança.
Médico generalista
Também pode acontecer de um médico generalista acabar diagnosticando (e até acompanhando) um caso de diabetes. É algo bastante frequente quando, por exemplo, esse profissional nota uma alteração em um exame de glicemia.
Também cabe a ele verificar outros fatores que em geral aparecem juntos com a doença, como quadros de pressão alta e mudanças no colesterol. Quando necessário, é claro, o generalista vai encaminhar o paciente para outro profissional.
Obstetra em casos de diabetes gestacional
Durante uma gravidez, o obstetra vai acompanhar a glicose desde o pré-natal e continuar fazendo parte do cuidado em casos nos quais o diabetes gestacional é diagnosticado.
Se os exames confirmarem a doença, o acompanhamento passa a incluir um controle mais próximo da glicose: orientações sobre alimentação, atividade física e, quando necessário, tratamentos.
Toda essa atenção tem um motivo: quando não está bem controlado, o diabetes gestacional pode aumentar o risco de complicações não só para a gestante, mas para o bebê também. Inclusive, o cuidado não termina necessariamente no parto. Depois que o bebê nasce, a glicose costuma ser reavaliada, já que quem teve diabetes gestacional apresenta maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.
Quais são os principais tipos de diabetes?
Os principais tipos de diabetes são:
- Diabetes tipo 1: acontece quando o sistema de defesa do próprio organismo destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina (é por isso que quem tem diabetes tipo 1 precisa passar por tratamentos para repor esse hormônio);
- Diabetes tipo 2: acontece quando o organismo passa a não responder tão bem à insulina e, com o tempo, pode também ter dificuldade para produzir quantidade suficiente desse hormônio. Histórico familiar, idade, excesso de peso, sedentarismo e algumas outras condições aumentam o risco desse diabetes;
- Diabetes gestacional: é a alteração da glicose identificada durante a gravidez em mulheres que não tinham diabetes conhecido antes da gestação. Muitas vezes, os níveis voltam ao normal depois do parto, mas quem teve diabetes gestacional passa a ter um risco maior de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro;
- Pré-diabetes: aqui, a glicose já está acima do considerado normal, mas ainda não atingiu os valores usados para diagnosticar diabetes. É um sinal importante para olhar com mais atenção para a saúde e, principalmente, uma oportunidade de agir antes que o quadro avance.
Casos de pré-diabetes e diabetes tipo 2 são quadros que consideram o estilo de vida na investigação, ou seja, grau de sedentarismo, alimentação, histórico, idade e por aí vai. O diabetes tipo 1, por outro lado, não é causado pelo alto consumo de açúcar ou por causa do estilo de vida.
Em resumo, em todos os tipos existe algum problema relacionado ao controle da glicose no sangue, mas o motivo pelo qual isso acontece varia bastante.
Antes de prosseguirmos, uma informação importante: o diabetes tipo 2 é o mais comum entre todos estes listados acima, e também é o mais silencioso. Nesses casos, como os níveis de açúcar no sangue sobem devagar, o corpo vai se adaptando e, por isso, muitas pessoas não relatam nenhum sintoma no início.
É aqui que o papel dos médicos generalistas ganham força, já que muitas pessoas ficam sabendo de alterações do tipo apenas depois de um checkup geral da saúde. E por falar em diagnósticos…
Como o diabetes é diagnosticado?
O diagnóstico do diabetes é feito por exames que mostram como está a quantidade de glicose no sangue. Os mais usados são
- Glicemia de jejum: mede a quantidade de glicose no sangue depois de pelo menos oito horas sem ingestão de calorias e é bem comum em check-ups. Em adultos fora da gestação, uma glicemia de jejum a partir de 126 mg/dL entra nos critérios para diabetes. Valores entre 100 e 125 mg/dL ficam na faixa de pré-diabetes;
- Hemoglobina glicada (ou HbA1c): ajuda a mostrar como a glicose se comportou nos últimos meses, em vez de registrar apenas o nível daquele momento. Uma HbA1c a partir de 6,5% é um dos critérios usados no diagnóstico do diabetes. Entre 5,7% e 6,4%, o resultado fica na faixa de pré-diabetes;
- Teste oral de tolerância à glicose: mostra como o organismo reage depois que você ingere uma quantidade determinada de glicose. Primeiro, é feita uma coleta de sangue. Depois, a pessoa toma uma solução açucarada e novas amostras são coletadas nos horários definidos pelo exame.
Importante: os números que mostramos acima nunca são avaliados isoladamente pelos médicos. Na verdade, o que acontece é que um profissional vai sempre olhar para o resultado de um exame em conjunto com outros fatores também.
Afinal, existem certos tratamentos, por exemplo, que podem causar uma alta nos níveis de glicose no sangue. O mesmo acontece quando você está passando por um período de privação do sono, já que noites mal dormidas aumentam os níveis de cortisol no seu organismo e, consequentemente, os níveis de glicemia na manhã seguinte também.
E mais: na gravidez, os valores usados para diagnosticar diabetes gestacional são outros. É por isso que não é recomendado tentar analisar resultados de exames por conta própria.
Como funciona o acompanhamento de quem tem diabetes?
O objetivo da continuidade com o cuidado com quem tem diabetes é manter a doença bem controlada e, ao mesmo tempo, cuidar de órgãos que podem ser afetados por ela ao longo do tempo. É por isso que esse processo não se trata apenas de medir a glicose de tempos em tempos.
Em geral, os profissionais que podem fazer parte do acompanhamento são:
- Nutricionista: ajuda a montar uma alimentação adaptada à sua realidade que favoreça o controle da glicose. Ele pode ensinar, por exemplo, como os carboidratos interferem na glicemia e como distribuir as refeições ao longo do dia;
- Oftalmologista: acompanha a saúde dos olhos porque o diabetes pode, ao longo do tempo, danificar pequenos vasos da retina (estrutura que fica no fundo do olho e participa da formação das imagens) sem apresentar sintomas iniciais;
- Cardiologista: pode participar do acompanhamento quando existe doença cardiovascular ou um risco maior de desenvolvê-la. Diabetes, hipertensão, colesterol elevado, tabagismo e histórico familiar, por exemplo, podem se somar. Nesses casos, olhar para o coração e para os vasos sanguíneos faz parte de um cuidado mais completo;
- Nefrologista: é o médico que cuida dos rins e entra na equação quando existe algum sinal de comprometimento renal. Afinal, o diabetes pode lesar, aos poucos, os pequenos vasos responsáveis pela filtragem do sangue nesses órgãos. É por isso que exames de sangue e urina são usados para acompanhar como eles estão funcionando.
Lembrando que essa lista considera todas as possibilidades de profissionais que podem fazer parte da continuidade com o cuidado em um caso de diabetes, mas não é que você vá obrigatoriamente precisar de todos eles. Tudo vai depender de qual é o seu tipo de diabetes, seu histórico e seus fatores de risco.
A necessidade de ver um oftalmo, por exemplo, vai depender também do tempo que passou desde o diagnóstico e de outros resultados obtidos até então. O tipo da doença também interfere aqui, já que no diabetes tipo 1, o rastreamento relacionado aos olhos tem diretrizes diferentes conforme a idade do paciente.
Na dúvida, lembre-se que somente um profissional será capaz de indicar a você quais médicos devem ser consultados.
Qual o maior vilão da diabetes?
Não existe um único “vilão” do diabetes. Aliás, saiba que colocar toda a culpa no açúcar seria simplificar demais uma doença que tem causas bem diferentes.
No diabetes tipo 1, por exemplo, o próprio sistema imunológico destrói as células do pâncreas que produzem insulina. Já no tipo 2, fatores como genética, idade, excesso de peso, sedentarismo e alimentação podem contribuir para que o organismo tenha mais dificuldade para usar o hormônio.
Se existe algo que merece atenção em qualquer tipo de diabetes, é a glicose permanecer elevada no sangue por períodos prolongados. Afinal, com o tempo, esse excesso pode prejudicar vasos sanguíneos e nervos, além de aumentar o risco de complicações nos olhos, nos rins, no coração e em outras partes do corpo também.
Entenda melhor sobre isso a seguir.
Alimentação, sedentarismo e controle da glicemia
A alimentação e a atividade física interferem diretamente na forma como o organismo lida com a glicose, especialmente no diabetes tipo 2. No entanto, isso não quer dizer que você deva cortar todo carboidrato que ingere, nunca mais comer um doce ou achar que qualquer subida da glicemia representa uma falha no tratamento.
Quando você come alimentos com carboidratos, por exemplo, o organismo quebra boa parte deles em glicose, que passa para o sangue e serve como fonte de energia. É aí que entra a insulina: ela funciona como um sinal que ajuda essa glicose a sair do sangue e entrar nas células.
No diabetes tipo 2, o que acontece é que as células passam a responder pior à ação da insulina. O pâncreas, então, tenta compensar produzindo mais desse hormônio, mas, ao longo do tempo, pode não conseguir acompanhar essa necessidade. O resultado é que mais glicose permanece circulando no sangue.
E onde a alimentação entra nisso tudo? No fato de que a quantidade e o tipo de carboidrato fazem diferença, mas não são as únicas coisas que importam. Uma refeição com fibras, proteínas e outros nutrientes tende a ter um efeito diferente na glicemia do que consumir uma grande quantidade de carboidratos de rápida absorção sozinhos.
É por isso que o cuidado aqui costuma olhar para as refeições como um todo, ou seja, a grande questão não é simplesmente avaliar se determinados “têm açúcar ou não”.
Inclusive, frutas, feijão, arroz, pães e leite também contêm carboidratos, e isso não os transforma em alimentos proibidos. Para definir como eles podem entrar na sua rotina, é preciso passar também pela análise de outros fatores, como porção, frequência, combinação dos alimentos e necessidades específicas.
Agora, vamos olhar para o nível de movimento do seu corpo, que também tem um papel bem interessante aqui.
Para começarmos, saiba que os músculos usam a glicose como fonte de energia, inclusive durante e depois da atividade física. Além disso, exercícios regulares podem melhorar a sensibilidade à insulina, fazendo com que o organismo responda melhor a esse hormônio.
Por outro lado, passar muito tempo sem se movimentar pode contribuir para a resistência ao hormônio, especialmente quando existem outros fatores de risco.
É por isso que se movimentar com regularidade pode fazer parte do controle do diabetes: o hábito se soma à alimentação, aos tratamentos (quando indicados) e ao acompanhamento da glicemia.
Esse conjunto de cuidados é o que ajuda a reduzir o risco de complicações ao longo do tempo e a manter a glicose dentro das metas definidas, que mudam de acordo com cada pessoa.
Quais sinais exigem atendimento médico imediato?
Desmaio, confusão, convulsões, dificuldade para respirar, vômitos persistentes ou sonolência muito intensa são sinais de que é preciso procurar atendimento médico presencial imediatamente.
Em quem tem diabetes, esses sintomas podem aparecer quando a glicose cai demais ou sobe a níveis perigosos. Ao mesmo tempo, também podem indicar outras causas significativas, que não devem ser ignoradas.
Outros sinais que merecem atenção são:
- Tremores fortes;
- Suor frio;
- Fraqueza intensa;
- Dificuldade para falar ou pensar com clareza;
- Sede muito intensa;
- Urina em excesso.
Se você já tem diabetes, esses sinais todos podem indicar um episódio de hipoglicemia, hiperglicemia e cetoacidose diabética. Abaixo, te explicamos o que é cada um.
Hipoglicemia
A hipoglicemia acontece quando a glicose cai demais, para abaixo de 70 mg/dL, e é bem comum entre aqueles que já estão usando algum tratamento para diabetes.
Os sinais podem incluir:
- Tremores;
- Suor frio;
- Fome;
- Coração acelerado;
- Tontura;
- Fraqueza;
- Irritabilidade;
- Dificuldade para se concentrar;
- Confusão.
Em casos mais graves, a pessoa pode até perder a consciência ou ter convulsões. Em um momento assim, é importante que o paciente receba atendimento presencial imediato. Importante: também é vital que você nunca tente oferecer alguma bebida ou comida pela boca de alguém que esteja inconsciente, por conta do alto risco de engasgo.
Hiperglicemia
A hiperglicemia, por outro lado, é o aumento da glicose no sangue. Entre os sinais mais comuns aqui, temos sede muito intensa, vontade de urinar várias vezes, boca seca, visão embaçada, fraqueza e cansaço.
Uma glicemia alta isolada nem sempre é uma emergência. O que muda a situação é o valor, a persistência da elevação e, principalmente, como a pessoa está se sentindo.
Importante: o quadro pode, sim, ser considerado como uma emergência (e demandar atendimento imediato) se houver vômitos, desidratação importante, sonolência, confusão, dificuldade para respirar ou piora rápida do estado geral.
Cetoacidose diabética
A cetoacidose diabética é uma complicação bem grave e precisa de atendimento hospitalar. Ela aparece principalmente no diabetes tipo 1, embora também possa ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2.
O que acontece aqui é o seguinte: quando falta insulina suficiente, o organismo não consegue aproveitar bem a glicose e começa a usar gordura como fonte de energia.
Esse processo produz substâncias chamadas cetonas. Em quantidade excessiva, elas deixam o sangue mais ácido e podem comprometer rapidamente o organismo.
Os sinais que você deve manter no seu radar aqui são:
- Muita sede e urina em excesso;
- Náuseas e vômitos;
- Dor abdominal;
- Fraqueza intensa;
- Respiração rápida ou profunda;
- Sonolência ou confusão;
- Sinais importantes de desidratação.
Cuide da sua saúde do seu jeito e no seu tempo
Se você já tem um diagnóstico ou precisa de um cuidado mais específico, pode iniciar uma consulta imediata com um endocrinologista pelo Olá Doutor e conversar com calma sobre exames, tratamentos e próximos passos.
Agora, se você notou uma glicose alterada em um check-up e ainda não sabe qual médico precisa procurar, dá para começar se consultando com um médico generalista, também na modalidade imediata. Para esse profissional, você vai explicar o que te levou a procurar atendimento e, se necessário, ele fará os encaminhamentos necessários para o seu caso.
O mais importante é não deixar a sua saúde para depois. Baixando o app Olá Doutor, seus cuidado começa de onde estiver, do seu jeito e no seu tempo.
Perguntas frequentes sobre diabetes
A gente sabe que o diabetes traz muitas dúvidas, inclusive sobre problemas de saúde que, à primeira vista, parecem não ter nada a ver com a glicose. Vamos responder algumas delas para te ajudar!
Quem tem fibromialgia pode ter diabetes?
Sim, uma pessoa pode ter fibromialgia e diabetes ao mesmo tempo, pois são condições diferentes e o diagnóstico de uma não exclui o da outra. Se sintomas como cansaço, formigamento ou dores estiverem diferentes do habitual, vale conversar com um médico. Além disso, diabetes também pode causar alterações nos nervos, por exemplo, então nem todo sintoma deve ser automaticamente atribuído à fibromialgia.
Quais são os primeiros sintomas de uma pessoa com diabetes?
Sede excessiva, vontade de urinar muitas vezes, fome aumentada, cansaço, visão embaçada e perda de peso sem explicação podem aparecer no diabetes. No tipo 2, porém, a doença também pode ficar bastante tempo sem causar sintoma algum.
Qual é o órgão que a diabetes mais ataca?
Quando a glicose permanece alta por muito tempo, pode prejudicar principalmente vasos sanguíneos, nervos, rins, olhos e coração.