Talvez você já tenha passado por aquela fase em que uma dor de barriga aparece com certa recorrência, ou que o intestino não parece funcionar como antes. Talvez tenha até notado mudanças nas fezes, embora não saiba explicar o motivo.
Nessas horas, pode surgir a dúvida sobre quem é o médico que cuida do intestino. A resposta pode ser um gastroenterologista, mas esse não é o único especialista que entra na investigação. Temos também o proctologista, e até mesmo um médico generalista, caso os sintomas sejam iniciais e você ainda não sabe qual caminho seguir.
Não se preocupe: estamos aqui para te ajudar! Siga com a gente neste conteúdo para entender:
- Como é chamado o médico que cuida do intestino;
- Qual a diferença entre o gastroenterologista e o proctologista;
- Quando devo procurar um médico de intestino;
- Quais problemas intestinais esses médicos tratam;
- Qual exame para saber se tem algum problema no intestino;
- Como funciona a consulta online para sintomas intestinais.
Vamos lá?
Como é chamado o médico que cuida do intestino?
O médico que cuida do intestino é, principalmente, o gastroenterologista. Esôfago, estômago, intestino delgado e grosso, fígado, vesícula biliar e pâncreas: todos esses órgãos entram na área de atuação desse profissional, que é basicamente o sistema digestivo como um todo.
É por isso que o gastroenterologista é uma boa porta de entrada quando você percebe que alguma coisa mudou na digestão: aquela dor abdominal que vive voltando, alterações nas fezes, diarreia ou prisão de ventre que não passam, estufamento frequente ou outros sintomas que começaram a fazer parte da rotina.
O proctologista também é um profissional que cuida do intestino, embora esse especialista seja mais focado na parte final do intestino, do reto e do ânus. Como ele avalia problemas que podem aparecer nessa região, é quem vai tratar de problemas como hemorroidas, fissuras, fístulas (um “túnel” indesejado feito pelo corpo por engano, ligando duas partes que deveriam ficar separadas) e outras alterações do intestino grosso e do canal anal.
Qual a diferença entre o gastroenterologista e o proctologista?
A principal diferença está na região e no tipo de problema que cada especialista costuma investigar: o gastroenterologista tem uma atuação mais ampla sobre o aparelho digestivo, enquanto o proctologista se concentra especialmente no intestino grosso, reto e ânus.
Quando procurar um gastroenterologista
O gastroenterologista é uma boa escolha quando os sintomas envolvem a digestão ou mudanças persistentes no funcionamento do intestino. Isso inclui situações como:
- Dor ou desconforto abdominal recorrente;
- Diarreia que não melhora;
- Prisão de ventre frequente;
- Gases e estufamento;
- Alterações nas fezes;
- Perda de peso sem uma explicação clara.
Também vale pensar nesse especialista quando você percebe que determinados alimentos parecem desencadear sintomas repetidamente. Nesses casos, uma avaliação vai ajudar a separar uma sensibilidade alimentar de outras condições que podem produzir sintomas parecidos.
Dica: não precisa esperar a dor ficar forte para marcar uma consulta. Uma mudança que persiste ou começa a atrapalhar sua alimentação, seu sono, seu trabalho ou sua rotina já é motivo suficiente para investigar o que está acontecendo.
Quando procurar um proctologista
O proctologista é o especialista mais relacionado às queixas do reto e do ânus, principalmente quando existe dor, sangramento ou alguma alteração percebida na região. Hemorroidas e fissuras estão entre os problemas mais conhecidos, mas não são os únicos que esse profissional acompanha.
Se você percebe sangue no papel higiênico ou nas fezes, sente dor ou ardência ao evacuar, nota um caroço ou inchaço perto do ânus, tem coceira persistente ou percebe alguma mudança que não costuma acontecer, uma avaliação pode esclarecer a origem.
Um detalhe importante: sangue nas fezes não deve ser automaticamente atribuído a hemorroidas. Embora elas sejam uma causa comum, outras condições também podem provocar sangramento, e a aparência ou a quantidade do sangue ajudam o médico a decidir o que precisa ser investigado.
Quando devo procurar um médico de intestino?
Algumas mudanças no funcionamento do intestino são passageiras, mas quando elas começam a se repetir, persistir ou fugir bastante do que é normal para você, vale investigar. Por isso, preste atenção especialmente a estes sinais:
- Dor abdominal recorrente: uma dor que aparece repetidamente pode estar relacionada desde alterações funcionais, como a síndrome do intestino irritável, até inflamações, infecções ou outras condições do aparelho digestivo. O local da dor, sua duração, intensidade e relação com alimentação ou evacuação ajudam a entender o que pode estar acontecendo;
- Diarreia persistente: evacuações frequentes e líquidas por vários dias podem levar à perda de água e sais minerais e, quando se prolongam, podem ter diferentes causas. Infecções, intolerâncias, doenças inflamatórias e alterações no funcionamento intestinal estão entre as possibilidades;
- Prisão de ventre frequente: não se trata apenas de passar alguns dias sem evacuar. Fezes muito duras, esforço excessivo, sensação de evacuação incompleta e uma rotina intestinal que mudou de forma persistente também podem indicar que alguma coisa precisa ser avaliada.
- Sangue nas fezes: sangue vermelho vivo pode aparecer por problemas na região anal, como hemorroidas ou fissuras, enquanto fezes muito escuras podem indicar sangramento em uma parte mais alta do aparelho digestivo. A quantidade, a cor e a forma como o sangue aparece são informações importantes para entender a possível origem;
- Perda de peso sem explicação: emagrecer sem ter mudado alimentação, atividade física ou outros hábitos merece atenção, principalmente quando acontece junto de alterações intestinais, falta de apetite, dor abdominal ou cansaço. O organismo pode estar gastando ou absorvendo nutrientes de maneira diferente, entre outras possibilidades;
- Mudanças persistentes no hábito intestinal: começar a alternar entre diarreia e prisão de ventre, evacuar com uma frequência muito diferente da habitual ou perceber mudanças persistentes no formato e na aparência das fezes são informações importantes. O que conta aqui é principalmente a mudança em relação ao seu próprio padrão.
Quais problemas intestinais esses médicos tratam?
Gastroenterologistas e proctologistas acompanham uma grande variedade de problemas intestinais, olha só:
- Síndrome do intestino irritável;
- Doença de Crohn;
- Retocolite ulcerativa;
- Diverticulite;
- Hemorroidas e fissuras;
- Câncer colorretal.
Note que a lista inclui desde alterações funcionais bastante comuns até doenças que precisam de investigação e acompanhamento contínuos. Na dúvida, vem com a gente para entender melhor cada um desses problemas.
Síndrome do intestino irritável
Temos aqui uma condição que costuma provocar dor ou desconforto abdominal por conta de mudanças no funcionamento do intestino, como diarreia, prisão de ventre ou alternância entre os dois.
Nesses casos, é comum a pessoa perceber que a dor tem alguma relação com a evacuação e que determinados alimentos, estresse ou mudanças na rotina parecem piorar os sintomas.
Quem vive com a síndrome pode passar por períodos melhores e piores. Em alguns momentos, o intestino até funciona normalmente. Em outros, porém, surgem gases, estufamento, urgência para evacuar ou a sensação de que ainda ficou algo para sair.
É, de fato, uma condição que atrapalha bastante a rotina, mas a boa notícia é que essa síndrome não significa que exista uma lesão no intestino. O diagnóstico leva em conta o conjunto dos sintomas e, dependendo do caso, o médico pode solicitar exames para descartar outras condições que apresentam sintomas parecidos.
Doença de Crohn
A doença de Crohn é uma doença inflamatória crônica que pode atingir diferentes partes do aparelho digestivo, da boca ao ânus, embora o intestino delgado e o intestino grosso estejam entre as regiões mais afetadas. A inflamação pode se aprofundar na parede intestinal e provocar sintomas que variam bastante de pessoa para pessoa.
Diarreia persistente, dor abdominal, perda de peso, cansaço e redução do apetite estão entre as manifestações possíveis. Ainda assim, algumas pessoas também podem notar sangue nas fezes, febre ou sintomas fora do intestino, como dores nas articulações e alterações na pele ou nos olhos.
A doença costuma alternar períodos de atividade: às vezes os sintomas estão mais presentes, noutras se mantêm mais silenciosos.
Nesses casos, o acompanhamento serve para controlar a inflamação, reduzir os sintomas e acompanhar possíveis complicações, já que a doença pode se comportar de maneiras diferentes ao longo do tempo.
Retocolite ulcerativa
Essa é uma doença inflamatória crônica que afeta o intestino grosso, começando pelo reto e podendo se estender por outras partes do cólon. Aqui, a camada mais superficial do revestimento intestinal é a que sofre mais.
Um dos sintomas mais característicos é a diarreia com sangue, que pode vir acompanhada de urgência para evacuar, cólicas e sensação de que ainda precisa ir ao banheiro mesmo depois de já ter ido.
Cansaço, perda de peso e febre também são sintomas possíveis, que aparecem em períodos de maior atividade da doença. Aliás, falando nisso, assim como a doença de Crohn, a retocolite pode alternar períodos de sintomas mais intensos com fases em que a pessoa se sente bem.
Diverticulite
Diverticulite é a inflamação ou infecção de divertículos, pequenas bolsas que podem se formar na parede do intestino grosso. A presença dessas bolsas é chamada de “diverticulose” e é relativamente comum, especialmente com o avanço da idade, mas ter divertículos não significa necessariamente que a pessoa terá diverticulite.
Quando uma inflamação ocorre, é comum aparecer dor abdominal, principalmente na parte inferior esquerda da barriga, além de alterações no funcionamento intestinal. Outros sintomas incluem ainda febre, náuseas e sensibilidade abdominal.
Em relação à intensidade, esta varia bastante. Alguns quadros são leves, enquanto outros podem evoluir com complicações, como formação de abscesso ou perfuração intestinal. Por isso, dor abdominal forte acompanhada de febre ou piora rápida merece avaliação.
Hemorroidas e fissuras
As hemorroidas são vasos sanguíneos que ficam dilatados na região do ânus e do reto, que podem provocar sangramento, coceira, dor ou um caroço na região. Elas podem aparecer ou piorar em situações que aumentam a pressão local, como em casos de esforço para evacuar e prisão de ventre.
A fissura anal, por sua vez, se trata de uma pequena ruptura na pele que reveste o canal anal, muitas vezes associada à passagem de fezes muito duras. O sintoma mais típico aqui é uma dor forte ou ardência durante e depois da evacuação, que pode durar algum tempo.
São sintomas que podem se parecer bastante com os de outras condições, especialmente quando há presença de sangramento. Por isso, não é uma boa ideia presumir que todo sangue nas fezes seja hemorroida: apenas uma avaliação médica vai conseguir identificar a origem e escolher o tratamento adequado.
Câncer colorretal
Este é um tumor que se desenvolve no cólon ou no reto e pode começar a partir de alterações chamadas pólipos, que são pequenos crescimentos anormais de tecido que se formam na superfície interna de órgãos revestidos por mucosas.
Ao longo dos anos, alguns desses pólipos podem se transformar em câncer, e é por isso que o rastreamento importa tanto, mesmo que a pessoa não apresente sintomas específicos.
Agora, passando para casos nos quais existem sinais, eles podem incluir sangue nas fezes, mudança persistente no hábito intestinal, alteração no formato das fezes, dor ou desconforto abdominal, cansaço e perda de peso sem explicação. Vale lembrar que, no começo, porém, a doença pode não provocar nenhum sintoma perceptível.
É justamente por isso que idade, histórico familiar e outros fatores de risco entram na decisão sobre quando iniciar o rastreamento. A colonoscopia, por exemplo, permite examinar o intestino grosso e identificar alterações que podem ser investigadas ou removidas durante o próprio exame.
Qual exame para saber se tem algum problema no intestino?
Não existe um único exame capaz de identificar todos os problemas intestinais. Cabe ao médico escolher os exames de acordo com os sintomas, o histórico da pessoa e aquilo que precisa ser investigado. Dentre os mais frequentes, temos:
- Exames de sangue e fezes;
- Colonoscopia;
- Endoscopia digestiva;
- Tomografia ou ressonância;
- Testes de intolerâncias alimentares.
A seguir, te explicamos por que cada um importa.
Exames de sangue e fezes
Os exames de sangue e de fezes ajudam a procurar pistas sobre o que pode estar acontecendo no intestino, mas cada um responde a perguntas diferentes. No sangue, por exemplo, o médico pode investigar:
- Anemia (que pode aparecer quando existe perda de sangue);
- Sinais de inflamação;
- Alterações nas células do sangue.
Nos exames de fezes, é possível procurar sangue que não é visível a olho nu, sinais de inflamação, parasitas e microrganismos que podem provocar infecções. Alguns exames também avaliam marcadores que ajudam a identificar se existe inflamação no intestino, o que pode ser especialmente útil quando há suspeita de doenças como Crohn ou retocolite ulcerativa.
Isso não quer dizer que um exame alterado já entregue o diagnóstico. Os resultados precisam ser interpretados junto dos sintomas, do histórico e, quando necessário, de outros exames. Uma pessoa com diarreia persistente, por exemplo, pode precisar de uma investigação diferente de alguém que apresenta anemia e sangue nas fezes.
Colonoscopia
Temos aqui o exame que permite ao médico olhar diretamente a parte interna do intestino grosso e do reto. Um aparelho fino e flexível, com uma câmera na ponta, percorre o intestino e permite observar a mucosa em busca de pólipos, inflamações, úlceras, sangramentos, alterações suspeitas e tumores.
Uma das grandes vantagens é que a colonoscopia não serve apenas para olhar: durante o próprio exame, o médico pode retirar pólipos e coletar pequenas amostras de tecido, chamadas biópsias. Essas amostras podem ser analisadas em laboratório para entender melhor uma alteração encontrada.
É por isso que a colonoscopia é um exame que pode aparecer na investigação de sintomas como sangue nas fezes, mudanças persistentes no hábito intestinal, anemia sem causa esclarecida ou perda de peso sem explicação. Também é usado no rastreamento do câncer colorretal em pessoas que não apresentam sintomas, conforme a idade e os fatores de risco.
Endoscopia digestiva
A endoscopia digestiva alta é usada para examinar o esôfago, o estômago e o duodeno, que é a primeira parte do intestino delgado. Então, apesar de ser um exame do aparelho digestivo, ela não mostra o intestino grosso e não substitui a colonoscopia.
Ela pode ajudar a investigar sintomas como:
- Dor ou queimação na parte superior da barriga;
- Dificuldade para engolir;
- Náuseas persistentes;
- Vômitos;
- Alguns tipos de sangramento digestivo.
Assim como na colonoscopia, também é possível coletar pequenas amostras de tecido durante a endoscopia para análise, já que algumas alterações só podem ser confirmadas ou melhor caracterizadas quando o tecido é examinado em laboratório.
Tomografia ou ressonância
Tanto a tomografia quanto a ressonância são exames de imagem que servem para observar o intestino por dentro do corpo, além das estruturas que ficam ao redor dele. Por isso, são úteis e frequentemente solicitados para ajudar a encontrar alterações que não seriam identificadas apenas pela conversa com o paciente ou por exames laboratoriais.
A tomografia pode ser especialmente útil quando existe suspeita de inflamação mais intensa, obstrução intestinal, perfuração, abscesso ou outras complicações que precisam ser identificadas rapidamente. Já a ressonância pode oferecer imagens bastante detalhadas de determinados tecidos e regiões e tem aplicações importantes na investigação de algumas doenças intestinais.
Cabe destacar aqui diferença para a colonoscopia: esses exames não permitem ao médico enxergar diretamente a superfície interna do intestino da mesma maneira e não permitem retirar um pólipo ou fazer uma biópsia durante a imagem.
Por isso, um exame não necessariamente substitui o outro. Inclusive, dependendo do que está sendo investigado, eles podem até ser complementares.
Testes de intolerâncias alimentares
Quando existe uma suspeita de que determinado alimento está relacionado aos sintomas intestinais, entram em cena os testes de intolerância alimentar. Um exemplo muitíssimo conhecido é a intolerância à lactose, que pode provocar gases, estufamento, cólicas e diarreia depois do consumo de leite e derivados em algumas pessoas.
Um dos exames utilizados nessa investigação é o teste respiratório do hidrogênio, que verifica como o organismo reage à ingestão de determinada substância e pode ajudar a identificar dificuldades na digestão ou absorção de alguns carboidratos. Em outras situações, o médico pode orientar uma retirada temporária do alimento da dieta e depois sua reintrodução para observar se os sintomas acompanham essa mudança.
E aqui vale um cuidado: nem todo teste vendido como capaz de identificar dezenas de intolerâncias ou sensibilidades alimentares tem utilidade médica comprovada. Um resultado positivo, sozinho, não explica necessariamente por que você sente dor, gases ou diarreia.
Como funciona a consulta online para sintomas intestinais?
A teleconsulta pode ser útil para uma avaliação inicial de muitos sintomas intestinais, principalmente quando você precisa conversar com um médico, entender o que pode estar acontecendo e definir os próximos passos.
Nesse caso, o atendimento online vai começar pela sua história, e não por um exame: o profissional vai entender como os sintomas começaram, como evoluíram e o quanto estão interferindo na sua rotina.
Avaliação dos sintomas e hábitos alimentares
Durante a teleconsulta, o médico provavelmente vai te perguntar sobre tudo isso:
- Dor que você está sentindo;
- Frequência das evacuações;
- Aparência das fezes;
- Gases;
- Estufamento;
- Alimentação e outros hábitos que ajudam a entender o funcionamento do intestino.
Também pode perguntar se os sintomas aparecem depois de determinados alimentos ou se melhoram depois de evacuar.
Pode parecer detalhe, mas essas informações ajudam bastante. Dizer “meu intestino está estranho” é diferente de conseguir explicar que você passou a evacuar três vezes por dia, tem urgência depois das refeições e percebeu muco nas fezes, por exemplo. Quanto mais claro for esse histórico, mais útil tende a ser a avaliação.
Análise de exames anteriores
Se você já fez exames de sangue, fezes, colonoscopia, endoscopia ou exames de imagem, o médico pode analisar esses resultados durante a consulta online. Nessa dinâmica, o profissional vai juntar o que você está sentindo agora com informações que já foram investigadas anteriormente.
Também vale ter em mãos laudos e resultados antigos, principalmente se você já acompanha uma condição intestinal. Em vez de começar toda a investigação do zero, o profissional consegue entender melhor o seu histórico e identificar o que pode precisar de acompanhamento.
Solicitação de exames quando indicada
Quando a avaliação indicar a necessidade de investigar melhor os sintomas, o médico pode orientar quais exames fazem sentido para aquele quadro. Afinal, não faz sentido fazer uma bateria de exames sem saber exatamente o que está sendo procurado.
Dependendo da situação, o profissional pode fazer a solicitação e orientar como dar continuidade à investigação. Os resultados podem depois ser levados para uma nova avaliação, inclusive para acompanhar a evolução do quadro.
Limites da teleconsulta em casos urgentes
A consulta online não substitui o atendimento presencial quando existem sinais de urgência, como:
- Dor abdominal intensa ou que piora rapidamente;
- Sangramento importante;
- Desmaio;
- Confusão;
- Vômitos persistentes;
- Sinais de desidratação.
Nessas situações, é importante ter acesso a exame físico, sinais vitais e, se necessário, exames realizados rapidamente.
O que acha de iniciar uma consulta imediata em apenas alguns instantes
Se os seus sintomas são iniciais ou se, até esse momento, você tem notado apenas algumas “estranhezas” no funcionamento do seu intestino, não espere a situação piorar: falar já com um médico generalista pode ser bastante útil para iniciar a investigação de quais podem ser as causa do incômodo.
Por aqui, você não precisa enfrentar filas nem sair de casa para isso: é só iniciar uma consulta imediata no app Olá Doutor para falar com um profissional via chat, sem sequer ligar sua câmera.
Durante a consulta, esse médico vai analisar o seu caso e te orientar sobre quais os próximos passos!