Anda sentindo cansaço em excesso, ganhou ou perdeu peso sem entender muito bem por quê, sente mais frio ou calor do que as outras pessoas ou percebeu o coração mais acelerado? Antes de colocar tudo na conta da rotina, vale lembrar de uma pequena glândula que participa de várias dessas funções: a tireoide.
Localizada na parte da frente do pescoço, ela produz hormônios que ajudam a regular o metabolismo e influenciam o funcionamento de diferentes partes do organismo. Quando esses hormônios ficam em excesso ou em falta, podem aparecer sintomas que nem sempre parecem ter relação com a tireoide à primeira vista.
E qual médico cuida da tireoide? O endocrinologista é o especialista nessa área, mas entender quando procurar esse profissional, quais alterações podem estar por trás dos sintomas e quais exames ajudam na investigação também faz parte do caminho.
Bora entender o assunto? Neste conteúdo, nós te explicamos:
- Qual é o médico que cuida da tireoide;
- O que é a tireoide;
- Quais sintomas podem indicar um problema na tireoide;
- Quais são as doenças mais comuns da tireoide;
- Quais exames avaliam a tireoide;
- Como funciona a consulta online com endocrinologista.
Vamos começar?
Qual é o médico que cuida da tireoide?
O endocrinologista é o médico que cuida da tireoide. Esse profissional é especialista em doenças que envolvem os hormônios e as glândulas que os produzem, e pode investigar alterações como o hipotireoidismo, além de avaliar nódulos, aumento da glândula e outras mudanças identificadas em exames.
Caso você esteja com algum sintoma inicial (como cansaço persistente, mudanças inexplicadas de peso ou palpitações) e ainda não tem certeza sobre qual especialista consultar, também é possível buscar um médico generalista. Esse profissional vai avaliar o seu caso e, se necessário, te encaminhar para um endocrinologista.
Agora, falando especificamente dos endócrinos…
Quando procurar um endocrinologista?
Você pode buscar um endocrinologista quando existem sintomas que levantam a possibilidade de uma alteração na tireoide, como estes aqui:
- Cansaço que não passa;
- Mudanças inexplicadas de peso;
- Palpitações;
- Intolerância ao frio ou ao calor;
- Alterações no funcionamento do intestino.
Vale lembrar que todos estes sintomas podem aparecer em várias outras situações, então somente uma avaliação médica vai te ajudar a entender se esses sinais estão de fato relacionados aos hormônios da tireoide.
Também faz sentido buscar esse especialista quando um exame de sangue mostra alterações no TSH ou no T4, por exemplo. Nesses casos, o endocrinologista pode interpretar os resultados em conjunto com os sintomas, histórico familiar e outras informações suas, em vez de olhar somente para um exame isolado.
A consulta também pode ser indicada quando existe um nódulo, aumento da tireoide ou alguma alteração encontrada em um ultrassom. Aqui, a avaliação vai considerar características como tamanho e aspecto da alteração para definir se é necessário apenas acompanhar ou fazer uma investigação complementar.
O que mais faz um endocrinologista?
Esse especialista também acompanha outras condições relacionadas aos hormônios, ao metabolismo e ao funcionamento de diferentes glândulas do organismo.
Entre as situações que podem fazer parte da atuação do endocrinologista estão:
- Diabetes e alterações da glicemia;
- Obesidade e alterações metabólicas;
- Alterações do colesterol e triglicerídeos;
- Doenças das adrenais;
- Alterações da hipófise;
- Distúrbios do crescimento e da puberdade;
- Osteoporose e metabolismo ósseo.
O que é a tireoide?
A tireoide é uma pequena glândula que fica na parte da frente do pescoço, logo abaixo da região conhecida como o pomo de Adão. Ela tem um formato que lembra uma borboleta, com duas partes chamadas lobos, uma de cada lado da traqueia.
Apesar de pequena, ela participa do funcionamento de vários órgãos. A tireoide produz principalmente os hormônios T4, chamado tiroxina, e T3, chamado triiodotironina, que ajudam o organismo a regular a velocidade com que diversas funções acontecem.
Para produzir esses hormônios, a tireoide utiliza iodo, um nutriente obtido pela alimentação. Só que essa produção hormonal não acontece de forma independente: ela é controlada por uma comunicação entre o cérebro, a hipófise e a própria tireoide. A hipófise libera o TSH, hormônio que funciona como um sinal para a tireoide produzir e liberar seus hormônios.
Quando essa produção fica abaixo ou acima do que o organismo precisa, podem surgir alterações. É daí que vêm condições como o hipotireoidismo, quando há produção insuficiente de hormônios tireoidianos, e o hipertireoidismo, quando há produção excessiva.
Qual a função da tireoide?
A principal função da tireoide é produzir os hormônios que ajudam a regular o metabolismo, ou seja, regular a forma como o organismo utiliza energia para manter suas funções em dia. Coração, cérebro, fígado e rins são alguns dos órgãos beneficiados aqui, e que participam da manutenção da temperatura corporal.
Esses hormônios, aliás, também têm participação no crescimento e no desenvolvimento, especialmente durante a infância e a adolescência. Além disso, podem influenciar aspectos como peso, memória, concentração, humor, ciclo menstrual e fertilidade.
É por isso que quando a tireoide produz hormônios demais ou de menos, os efeitos não vão se restringir ao pescoço. Como ela se conecta a várias outras partes do corpo, o organismo inteiro pode sentir essa mudança, embora os sintomas variem bastante de uma pessoa para outra.
Quais sintomas podem indicar um problema na tireoide?
Estes são alguns dos sintomas que podem aparecer em alterações da tireoide:
- Cansaço excessivo: quando a tireoide produz menos hormônios do que o necessário, o metabolismo pode ficar mais lento, o que ajuda a explicar o cansaço, a sonolência e a falta de disposição. Esse quadro é comum no hipotireoidismo, embora o cansaço também tenha muitas outras causas;
- Alterações de peso: o excesso ou a falta de hormônios tireoidianos pode alterar a forma como o organismo utiliza energia. O hipotireoidismo pode estar associado ao ganho de peso, enquanto o hipertireoidismo pode causar perda de peso, especialmente quando não há outra explicação para a mudança;
- Sensibilidade ao frio ou ao calor: os hormônios da tireoide participam da regulação do metabolismo e da produção de calor pelo organismo. Por isso, quem tem hipotireoidismo pode sentir mais frio, enquanto o hipertireoidismo pode causar sensação de calor e aumento da transpiração;
- Palpitações: acontece quando há hormônios tireoidianos em excesso, o que faz com que o funcionamento do coração fique mais acelerado. É um sintoma que aparece com frequência no hipertireoidismo;
- Mudanças no funcionamento do intestino: no hipotireoidismo, o intestino pode ficar mais lento e causar prisão de ventre, enquanto no hipertireoidismo, podem ocorrer evacuações mais frequentes;
- Caroço ou inchaço no pescoço: um aumento da própria tireoide, chamado bócio, ou a presença de um ou mais nódulos pode deixar o pescoço mais volumoso ou produzir uma sensação de caroço. Nem toda alteração é visível ou palpável, por isso algumas são encontradas apenas durante exames de imagem.
Importante: nenhum desses sinais, por si só, confirma que existe alguma doença relacionada à tireoide. Durante uma avaliação, o profissional não vai olhar só para o sintoma isolado, mas também para um conjunto de sinais, para o histórico do paciente e, se necessário, para os resultados de exames laboratoriais e de imagem.
Quais são as doenças mais comuns da tireoide?
As doenças que mais acometem a tireoide são:
- Hipotireoidismo;
- Hipertireoidismo;
- Tireoidite de Hashimoto;
- Nódulos na tireoide;
- Câncer de tireoide;
- Tumor na tireoide;
- Bócio.
Essas alterações podem afetar tanto a produção de hormônios quanto o tamanho e a estrutura da glândula. Algumas são muito frequentes e benignas, enquanto outras precisam de investigação mais cuidadosa para determinar sua causa e acompanhar sua evolução.
A seguir, te explicamos melhor cada uma delas.
Hipotireoidismo
O hipotireoidismo acontece quando a tireoide produz menos hormônios do que o organismo precisa. Como T3 e T4 ajudam a regular o metabolismo e o funcionamento de vários órgãos, essa redução acaba deixando o corpo “mais lento”.
Em um caso assim, alguns sintomas identificáveis são:
- Cansaço e sonolência;
- Ganho de peso;
- Pele seca;
- Queda de cabelo;
- Prisão de ventre;
- Maior sensibilidade ao frio;
- Dificuldade de concentração;
- Alterações no humor.
Algumas pessoas também podem passar por alterações no ciclo menstrual e aumento dos níveis de colesterol.
A causa mais comum de hipotireoidismo em adultos é a tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca a tireoide e sobre a qual vamos falar daqui a pouco.
Aqui, o diagnóstico costuma envolver a dosagem de TSH e T4 livre no sangue. Quando confirmado, o tratamento geralmente é feito com reposição do hormônio tireoidiano, conforme orientação médica e acompanhamento periódico dos exames.
Hipertireoidismo
O hipertireoidismo é o oposto: acontece quando a tireoide produz e libera hormônios em excesso. Como T3 e T4 ajudam a controlar a velocidade de diversas funções do organismo, essa produção aumentada pode fazer o corpo trabalhar em um ritmo mais acelerado.
Temos aqui um problema que pode causar:
- Coração acelerado;
- Palpitações;
- Maior sensibilidade ao calor;
- Suor excessivo;
- Dificuldade para dormir;
- Tremores;
- Irritabilidade;
- Perda de peso sem uma explicação evidente.
O intestino também pode funcionar com mais frequência.
Uma das causas mais conhecidas é a doença de Graves, uma condição autoimune na qual o sistema imunológico produz anticorpos que estimulam a tireoide a fabricar hormônios em excesso. Nódulos que produzem hormônios e algumas formas de tireoidite também podem provocar hipertireoidismo.
O diagnóstico, porém, não depende apenas dos sintomas. A avaliação costuma envolver ainda exames de sangue para verificar a função da tireoide e, conforme a causa suspeita, outros exames podem ajudar a entender o que está fazendo a glândula produzir mais hormônios do que o necessário.
Tireoidite de Hashimoto
Temos aqui uma doença autoimune em que o sistema imunológico passa a atacar a própria tireoide. Esse processo provoca uma inflamação crônica que, ao longo do tempo, pode acabar prejudicando a capacidade da glândula de produzir seus hormônios.
Aliás, ela é uma das principais causas de hipotireoidismo em adultos. A redução da função da tireoide pode acontecer de forma gradual, por isso algumas pessoas passam bastante tempo com sintomas pouco específicos antes de descobrir a alteração.
Cansaço, sonolência, pele seca, queda de cabelo, prisão de ventre e ganho de peso podem aparecer quando o hipotireoidismo se instala. No entanto, você também pode notar alterações na sua memória, sua concentração e seu humor.
Nódulos na tireoide
Os nódulos são alterações que formam uma espécie de caroço dentro da tireoide. Eles são relativamente comuns e, na maioria dos casos, são benignos.
Para você ter ideia, muitas pessoas sequer percebem que têm um nódulo. Em geral, eles são encontrados “por acaso” durante um exame do pescoço ou podem aparecer em um ultrassom realizado por outro motivo.
Quando um nódulo é identificado, o médico vai avaliar suas características, tamanho e relação com o restante da glândula. O ultrassom é especialmente importante nesses casos porque mostra detalhes como a composição e o aspecto do nódulo, além de ajudar a avaliar os linfonodos do pescoço.
Mas olha só: nem todo nódulo precisa de punção. Apenas quando o aspecto desse nódulo indica necessidade de investigação é que o médico pode solicitar uma punção aspirativa por agulha fina, que coleta células para análise e ajuda a diferenciar alterações benignas de lesões suspeitas.
Câncer de tireoide
O câncer de tireoide é um tumor maligno que se origina nas células da própria glândula. Na maioria das vezes, ele aparece como um nódulo, que pode ser percebido no exame físico ou identificado em uma ultrassonografia.
Importante: encontrar um nódulo não significa ter câncer. Como a maioria dos nódulos é benigna, a investigação considera características específicas observadas no ultrassom e, quando há indicação, o resultado da punção.
Alguns casos podem não causar sintoma algum e ser descobertos durante um exame feito por outro motivo. Quando o tumor cresce mais, pode provocar sintomas relacionados à compressão das estruturas próximas, como dificuldade para engolir ou alterações na voz.
Tumor na tireoide
A palavra “tumor” é um termo mais amplo do que “câncer”. Ele se refere a uma formação ou crescimento anormal de células e pode ser benigno ou maligno. Por isso, dizer que uma pessoa tem um tumor na tireoide não significa, por si só, que ela tenha câncer.
Na tireoide, um nódulo pode corresponder a diferentes tipos de alterações, e algumas delas podem formar tumores benignos. Para determinar a natureza de uma alteração do tipo, é necessário passar por uma avaliação por imagem e, quando indicado, uma análise das células.
É justamente por isso que um caroço encontrado no pescoço não deve ser interpretado automaticamente como câncer. Tudo vai depender do aspecto do nódulo no ultrassom, seu tamanho, sua composição e outros critérios que vão ajudar o médico a decidir se é preciso ir mais a fundo na investigação.
Bócio
“Bócio” é a palavra que dá nome ao aumento do volume da tireoide, que pode envolver toda a glândula ou acontecer pela presença de um ou mais nódulos, formando o que chamamos de bócio nodular.
O bócio pode aparecer com ou sem alteração na produção dos hormônios da tireoide. Em outras palavras, uma pessoa pode ter a glândula aumentada e, ainda assim, apresentar níveis hormonais normais.
As causas desse problema variam, e as mais frequentes incluem alterações da própria função da tireoide, presença de nódulos, doenças autoimunes e, em algumas situações, deficiência de iodo também.
Dependendo do tamanho e da localização, o aumento pode ser percebido como um volume no pescoço. Quando é maior, também pode causar sintomas por compressão das estruturas próximas, como dificuldade para engolir ou respirar, o que exige avaliação médica.
Quais exames avaliam a tireoide?
A escolha dos exames vai depender do que exatamente o médico está investigando. Em uma suspeita de alteração hormonal, por exemplo, os exames de sangue ajudam a entender o funcionamento da glândula; quando existe um nódulo, os exames de imagem ajudam a avaliar sua estrutura.
Dentre os mais solicitados, temos:
- Dosagem de TSH: o TSH é um hormônio produzido pela hipófise (glândula localizada na base do cérebro) que estimula a tireoide a produzir seus hormônios. Sua dosagem é um dos principais exames para avaliar se a tireoide está funcionando dentro do esperado e ajuda a direcionar a investigação de hipotireoidismo ou hipertireoidismo;
- Dosagem de T4 livre: mede a quantidade da forma livre da tiroxina disponível no sangue. Ele costuma ser analisado junto com o TSH para entender melhor se a tireoide está produzindo hormônios na quantidade adequada;
- Ultrassom da tireoide: mostra a estrutura da glândula e serve ainda para avaliar seu tamanho, textura e a presença de nódulos. Quando existem nódulos, o exame também analisa características como composição, localização e aspecto;
- Punção de nódulos: aqui, uma agulha fina coleta células de um nódulo para análise. Ela não é necessária para todo nódulo; na verdade, costuma ser indicada quando as características observadas no ultrassom e outros dados da avaliação mostram que vale a pena investigar se existem células suspeitas.
Reforçamos: é o médico quem decide quais exames fazem sentido para cada situação.
Se uma pessoa apresenta cansaço e alteração no peso, por exemplo, pode ser necessário começar pela avaliação da função da tireoide com exames de sangue. Se aparece um caroço no pescoço, então um ultrassom pode ajudar a entender o que está acontecendo com a estrutura da glândula.
Como funciona a consulta online com endocrinologista?
Durante uma consulta online, o endocrinologista vai avaliar sintomas, histórico de saúde e exames já realizados, além de decidir quando é necessário solicitar alguma nova investigação.
Quando a situação exige um exame físico, procedimento ou avaliação de uma alteração que não pode ser analisada adequadamente à distância, o médico também pode orientar o atendimento presencial.
A seguir, entramos em detalhes sobre cada aspecto dessa consulta.
Avaliação dos sintomas e do histórico familiar
O especialista vai fazer algumas perguntas sobre os sintomas que você identificou. Mudanças de peso, alterações intestinais ou no ciclo menstrual, queda de cabelo, aumento no volume do pescoço: tudo isso pode entrar aqui. Também é importante saber quando esses sinais começaram, se estão piorando e se existe alguma outra condição de saúde associada.
Nesse primeiro contato, o histórico familiar também será uma questão, já que algumas doenças da tireoide têm relação com fatores autoimunes e podem ocorrer em mais de uma pessoa da família. Saber que parentes próximos têm hipotireoidismo, hipertireoidismo, doenças autoimunes ou alterações da tireoide, por exemplo, pode ajudar o médico a direcionar melhor a investigação.
Análise de exames anteriores
Se você já tiver feito algum exame, o endocrinologista pode analisar resultados de TSH e T4, além de ultrassons ou outros exames relacionados à tireoide. Mais do que observar se um número está alto ou baixo, ele vai avaliar esses resultados em conjunto com os sintomas relatados, com o histórico e com a evolução ao longo do tempo.
Caso você já tenha feito um ultrassom, aliás, esse exame pode trazer informações quando existe um nódulo. Nesse caso, o médico vai observar o tamanho e as características descritas no laudo e verificar se existe alguma indicação de acompanhamento ou de investigação adicional.
Solicitação de novos exames
Nem sempre os exames feitos anteriormente são suficientes para esclarecer a situação. Se os sintomas persistem, se um resultado está alterado ou se existe uma nova suspeita, o endocrinologista pode solicitar exames complementares para entender melhor o que está acontecendo.
Uma alteração no TSH pode levar à solicitação de T4 livre para avaliar melhor a função da tireoide, por exemplo. Já quando existe um nódulo identificado anteriormente, um novo ultrassom pode ser necessário para acompanhar sua evolução ou analisar melhor suas características.
Seja como for, a necessidade de cada exame vai sempre depender da situação clínica.
Situações que exigem exame presencial
Uma consulta online não substitui o exame físico quando é necessário examinar diretamente o pescoço, palpar a tireoide ou avaliar uma alteração que não pode ser caracterizada apenas por conversa e exames já disponíveis.
Um nódulo novo, por exemplo, pode precisar de exame presencial e de uma ultrassonografia para que sua natureza seja investigada adequadamente.
Também há situações em que sintomas mais intensos ou de início súbito tornam o atendimento presencial necessário e urgente, principalmente em casos onde se nota uma dificuldade importante para respirar ou engolir, alteração significativa da voz ou aumento rápido de uma massa no pescoço. Todos esses sinais podem indicar uma compressão das estruturas próximas e precisam de avaliação médica imediata.
O mesmo vale para palpitações intensas, dores no peito, falta de ar ou desmaios. Como são casos extremos, estejam eles relacionados ou não à tireoide, a recomendação é que você busque um profissional de forma presencial.
Seja para uma consulta imediata ou agendada, conte com o Olá Doutor
Caso você tenha identificado algum sintoma inicial e ainda não sabe se algo pode estar afetando a tireoide, o melhor caminho é buscar uma avaliação inicial com um médico generalista, que vai analisar seu caso e te encaminhar para um especialista, se necessário.
No Olá Doutor, você pode iniciar uma consulta imediata com esse profissional em instantes. Sem filas de espera, sem deslocamentos e sem sequer ligar a sua câmera, já que o atendimento é feito via chat.
Agora, se você já sabe qual especialista buscar, também pode agendar uma consulta no dia e no horário que forem mais convenientes.
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