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Qual médico trata lipedema: especialistas, diagnóstico e tratamento

Endocrinologistas, dermatologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares e cirurgiões plásticos com experiência em lipedema. Veja o mais indicado

Dermatologistas e endocrinologistas estão entre os médicos que ajudam na investigação e no acompanhamento do lipedema, principalmente quando é preciso diferenciar a condição de alterações da pele, ganhos de peso, obesidade ou questões metabólicas. Em diferentes etapas, angiologistas, cirurgiões vasculares e cirurgiões plásticos com experiência no cuidado do lipedema também entram no cuidado.

Aliás, esse é um problema muito mais comum do que muita gente imagina. Um estudo brasileiro divulgado pela Associação Brasileira de Lipedema estimou que 12,3% das mulheres adultas brasileiras apresentam sintomas compatíveis com lipedema, algo em torno de 8,8 milhões de mulheres entre 18 e 69 anos. 

Quanto aos sinais, você provavelmente já conhece vários: pernas que parecem desproporcionais ao restante do corpo, dor ao toque, sensação de peso e hematomas que aparecem com uma facilidade impressionante. A pessoa emagrece, mas aquela região muda muito menos do que esperava.

Topa entender esse assunto de uma vez por todas? Vem com a gente para descobrir:

  • O que é lipedema;
  • Qual médico trata lipedema;
  • Qual médico diagnostica lipedema;
  • Se em algum exame que detecta lipedema;
  • Como é definido o tratamento do lipedema;
  • Como desinflamar o corpo com lipedema;
  • Quando procurar atendimento médico para lipedema.

Vamos descomplicar esse assunto?

O que é lipedema? 

O lipedema é uma condição crônica em que existe um acúmulo desproporcional de tecido gorduroso, principalmente nas pernas e, em algumas pessoas, nos braços também. Embora o problema apareça quase exclusivamente em mulheres, casos em homens existem, só que são raros.

Esse tecido costuma aparecer de forma relativamente simétrica nos dois lados do corpo. Ou seja, se o lipedema afeta uma perna, geralmente também afeta a outra, de maneira parecida. Em muitas ocasiões, esse acúmulo vem acompanhado de dor, sensibilidade, sensação de peso nas pernas e facilidade para formar hematomas.

Mas essa simetria entre os lados do corpo não significa que a gordura esteja distribuída de maneira proporcional. Pelo contrário: uma característica que chama bastante atenção é a diferença de volume entre o tronco e os membros afetados. A pessoa emagrece no rosto, cintura ou barriga, por exemplo, mas percebe muito menos mudança nas áreas atingidas pelo lipedema.

Pés e mãos, por outro lado, geralmente ficam preservados. É por isso que a perna aumenta de volume, mas o pé permanece igual. Às vezes, uma espécie de “degrau” se forma próximo ao tornozelo.

Antes de prosseguirmos, queremos reforçar que o lipedema não é apenas uma questão estética: em quadros mais intensos, a condição causa dor, sensação de peso, dificuldade para caminhar, desconforto ao ficar muito tempo em pé e limitações para atividades comuns.

Diferenças entre lipedema, obesidade e linfedema 

O lipedema envolve um acúmulo desproporcional de tecido adiposo, geralmente nos membros; a obesidade se caracteriza pelo excesso de gordura corporal; e o linfedema ocorre quando há acúmulo de líquido devido a alterações no sistema linfático.

Ou seja, todas as três condições causam um aumento no volume corporal, mas têm origens e características distintas. Na dúvida, dá uma olhada nesta tabela comparativa das três condições:

CaracterísticaLipedemaObesidadeLinfedema
Como apareceAcúmulo desproporcional, geralmente em pernas e quadris e, às vezes, braçosAumento de gordura distribuído pelo corpo de acordo com características individuaisInchaço causado por dificuldade no funcionamento do sistema linfático
DistribuiçãoGeralmente simétricaVaria de pessoa para pessoaMuitas vezes mais evidente de um lado
Pés e mãosCostumam ficar preservadosTambém acumulam gordura conforme o ganho de peso geralPés ou mãos frequentemente entram no inchaço
Dor ao toqueÉ bastante relatadaNão é uma característica típica da gordura corporalNem sempre há dor
Hematomas fáceisSão comunsNão são uma característica típicaNão são um dos principais sinais
Resposta ao emagrecimentoÁreas atingidas costumam responder menosHá redução de gordura corporal conforme ocorre perda de pesoPerder peso não elimina a causa do inchaço
O que está por trásAlteração do tecido adiposo ainda não totalmente compreendidaExcesso de gordura corporal por um conjunto de fatoresAcúmulo de líquido por alteração da drenagem linfática

Lembrando que obesidade, lipedema e linfedema podem coexistir, e a maneira ideal de identificar cada uma delas (ou a presença de mais de uma) é consultando um médico.

Qual médico trata lipedema? 

Endocrinologistas, dermatologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares e cirurgiões plásticos com experiência em lipedema participam do cuidado em momentos diferentes.

Não existe obrigação de passar por todos, ok? A escolha depende dos sintomas, de outras condições presentes e da etapa do acompanhamento. Siga adiante para entender melhor!

Endocrinologista

Quando é necessário diferenciar o lipedema de outras condições relacionadas ao peso, o endocrinologista tem um papel importante nessa investigação: ele avalia o histórico e os sintomas da pessoa para entender se há sinais de lipedema, alterações metabólicas ou hormonais, ou até uma combinação dessas condições.

Essa participação é bastante útil, afinal, há quem cometa o equívoco de considerar qualquer aumento no volume das pernas como um mero “ganho de peso”. Inclusive, cabe aqui lembrar que emagrecer não elimina o tecido característico do lipedema da mesma forma que reduz a gordura comum.

Voltando ao papel do endócrino, durante uma avaliação, que também pode começar por uma consulta online, ele considera o histórico de peso, a distribuição de gordura relatada pelo paciente, exames anteriores, glicose, funcionamento da tireoide e outras questões metabólicas quando houver indicação. E não se preocupe: se o seu atendimento inicial acontecer via telemedicina, o profissional vai te orientar sobre a necessidade de uma avaliação presencial.

Dermatologista

Ao dermatologista, cabe analisar não somente a pele em si, mas também o tecido logo abaixo dela, já que se trata de uma região diretamente envolvida no lipedema. Assim, é possível diferenciar o quadro de outros problemas que alteram a aparência e a textura da pele, como a celulite e algumas formas de lipodistrofia. 

Nessa avaliação, o profissional verifica se há dor ou sensibilidade ao toque, como está a textura da área e se existem hematomas frequentes. 

Se, para essa primeira conversa, você optar por uma teleconsulta, descreva a sua situação em detalhes: há quanto tempo percebe o aumento de volume nas pernas, se sente dor ou sensibilidade ao toque e se costuma apresentar hematomas com facilidade são informações importantes, por exemplo, que ajudam o dermatologista a orientar os próximos passos e avaliar a necessidade de um exame físico presencial.

Angiologista ou cirurgião vascular

Angiologistas e cirurgiões vasculares entram em cena quando a investigação precisa concluir se o aumento de volume, a dor e a sensação de peso nas pernas estão relacionados ao lipedema, ou a problemas de circulação e do sistema linfático.

O que acontece aqui é que doenças venosas e linfedemas também causam inchaço e desconforto nas pernas, assim como o lipedema, embora tenham características e tratamentos diferentes. Além disso, algumas dessas condições podem coexistir.

Para investigar essas possibilidades, os médicos avaliam como o volume está distribuído nas pernas, se há inchaço nos pés, presença de varizes e outros sinais de alterações circulatórias. O histórico dos sintomas também é levado em conta, especialmente quando o inchaço varia ao longo do dia.

Cirurgião plástico com foco em lipedema

Não são todos os casos de lipedema que precisam de cirurgia, é claro. Na verdade, esse profissional é necessário apenas em casos nos quais os sintomas continuam afetando a rotina do paciente apesar dos cuidados já realizados.

Nessas situações, o objetivo da cirurgia não é mudar a aparência do corpo. A proposta é retirar parte do tecido adiposo afetado para aliviar os sintomas, melhorar a mobilidade e contribuir para a qualidade de vida, sempre após uma avaliação cuidadosa dos benefícios e riscos.

Qual médico diagnostica lipedema? 

O lipedema pode ser diagnosticado por médicos com experiência na condição, como angiologistas, cirurgiões vasculares e dermatologistas. 

Para chegar ao diagnóstico, o profissional vai considerar o histórico dos sintomas, bem como uma avaliação física da região, que serve para observar características como a distribuição da gordura, a sensibilidade ao toque e a presença de inchaço. A seguir, entramos em detalhes sobre esse atendimento.

Como é feita a avaliação clínica 

Na avaliação clínica, o médico conecta o relato sobre os seus sintomas com as características das áreas atingidas. A ideia é encontrar sinais que ajudem a diferenciar lipedema de outras condições.

Uma primeira conversa costuma passar por perguntas como:

  • Quando você começou a perceber mudança nas pernas ou nos braços;
  • Se outras mulheres da família apresentam características parecidas;
  • Se a mudança apareceu ou piorou durante a puberdade, uma gravidez ou na menopausa;
  • Se existe dor ou sensibilidade ao toque;
  • Se hematomas surgem com mais facilidade que o normal;
  • Se as pernas ficam pesadas ao longo do dia;
  • Se o aumento é parecido nos dois lados;
  • Se pés ou mãos também incham;
  • Como essas regiões respondem quando há perda de peso;
  • Quanto os sintomas atrapalham para caminhar, trabalhar ou fazer exercícios.

Depois vem o exame físico. Nessa etapa, o médico observa onde o volume começa e termina, se os dois lados estão parecidos, como está a pele, se há dor à pressão e se pés e mãos foram preservados. Também é o momento onde são checadas as medidas da cintura, do quadril, dos braços e das pernas.

Tem algum exame que detecta lipedema? 

Não existe um exame único que confirme o lipedema. Quando um médico precisa entender melhor o caso ou afastar outras explicações para os sintomas, algumas das possibilidades incluem ultrassom, exames de circulação e avaliações da composição corporal.

A necessidade e a escolha do procedimento, porém, variam de paciente para paciente, a depender do que exatamente deve ser investigado.

Exames que ajudam a descartar outras condições 

Alguns exames são solicitados para entender se sintomas como inchaço, dor e aumento das pernas vêm de outro problema, ou para checar se alguma condição está coexistindo com o lipedema. Entre as possibilidades estão:

  • Ultrassom com Doppler: mostra como o sangue circula pelas veias das pernas. Ajuda a identificar problemas como varizes e insuficiência venosa, que ocorre quando as veias têm dificuldade para levar o sangue de volta ao coração;
  • Linfocintilografia: avalia como o sistema linfático transporta e drena os líquidos do corpo. É útil quando há suspeita de linfedema, condição em que o acúmulo de líquido provoca inchaço, inclusive em pessoas que também têm lipedema;
  • Exames de sangue: ajudam a investigar alterações na tireoide, nos rins, no fígado e no metabolismo que estejam relacionadas aos sintomas;
  • Avaliação da composição corporal: exames como bioimpedância e densitometria corporal servem para estimar a quantidade de gordura e massa muscular do corpo. São úteis para acompanhar a composição corporal, mas não conseguem confirmar, sozinhos, o diagnóstico de lipedema.

Em resumo, cada exame ajuda a responder perguntas específicas sobre o quadro do paciente, para que os profissionais consigam analisar as respostas e chegar a um diagnóstico.

Como é definido o tratamento do lipedema? 

O tratamento é individual e sua definição leva em conta dor, sensação de peso, inchaço, mobilidade, áreas atingidas, composição corporal e outras condições de saúde.

Em geral, o cuidado começa de forma conservadora, e cirurgias só são necessárias em situações bem específicas, após uma avaliação mais ampla.

Tratamento conservador 

O tratamento conservador se trata de uma série de cuidados que busca aliviar os sintomas, melhorar os movimentos e proteger a saúde do paciente sem cirurgia. Inclusive, o Consenso Brasileiro de Lipedema recomenda começar por esse tratamento, que costuma reunir mais de uma estratégia. Olha só:

  • Terapia compressiva: utiliza meias, calças, mangas ou outras peças que exercem uma pressão planejada sobre a região. Elas não fazem a gordura do lipedema desaparecer, mas ajudam bastante algumas pessoas com peso, desconforto e inchaço. O tipo e o nível de compressão precisam combinar com o corpo e os sintomas de quem vai usar;
  • Fisioterapia e exercícios: caminhar, fazer exercícios na água e fortalecer os músculos entram em muitos planos de cuidado. O objetivo aqui não é “queimar o lipedema”, e sim melhorar a força, a mobilidade, a circulação e a capacidade de realizar tarefas sem tanta dor. Quando existe muito desconforto nas articulações, começar com atividades de menor impacto costuma ser mais confortável;
  • Acompanhamento nutricional: ajuda a construir uma alimentação equilibrada, cuidar do peso quando necessário e acompanhar outras condições metabólicas. Embora o lipedema não desapareça com dieta, isso não torna a alimentação irrelevante. Afinal, uma nutrição adequada ajuda na saúde geral, na manutenção de massa muscular e no controle de condições que agravam a sobrecarga do corpo.

Importante: a drenagem e a massagem são técnicas que podem fazer parte do tratamento, mas apenas com o objetivo de aliviar o desconforto, reduzir o inchaço quando presente e melhorar a sensação de peso nas pernas. Elas não “quebram” nem eliminam a gordura do lipedema.

Tratamento cirúrgico

Cirurgias são necessárias somente quando os sintomas continuam intensos apesar dos cuidados conservadores, ou quando a condição está comprometendo significativamente a mobilidade e a qualidade de vida do paciente.

Nesses casos, o procedimento serve para retirar parte do tecido adiposo afetado, geralmente por meio de técnicas de lipoaspiração planejadas para preservar ao máximo os vasos sanguíneos e as estruturas linfáticas. Ou seja, não é a mesma lógica de uma lipoaspiração feita unicamente com finalidade estética. 

O tratamento muda quando o lipedema afeta braços e pernas?

Não exatamente. Embora a lógica geral do tratamento permaneça a mesma, os cuidados precisam ser adaptados às regiões afetadas, aos sintomas e às dificuldades que cada pessoa enfrenta no dia a dia.

Nas pernas, por exemplo, o acúmulo de gordura, a dor e a sensação de peso tendem a dificultar caminhadas, sobrecarregar joelhos e quadris e tornar desconfortável passar muito tempo em pé. Nesses casos, naturalmente o tratamento vai considerar essas limitações, e as peças de compressão precisam respeitar o formato das coxas, dos joelhos, das panturrilhas e dos tornozelos.

Já nos braços, o desconforto costuma aparecer em movimentos e tarefas diferentes, como carregar sacolas, pentear o cabelo, estender roupas ou manter os braços elevados por algum tempo. A escolha dos exercícios e, quando indicada, da compressão também precisa, portanto, levar em conta a mobilidade dos ombros, dos cotovelos e das mãos.

Como desinflamar o corpo com lipedema? 

Não existe uma técnica única que seja capaz de “desinflamar o corpo” e fazer o lipedema desaparecer. O que existe, na verdade, é um conjunto de cuidados que podem reduzir sintomas, melhorar mobilidade e controlar fatores que aumentam a sobrecarga sobre o organismo.

Entre os hábitos que entram no cuidado estão:

  • Praticar atividades físicas que respeitem seus limites e não aumentem a dor;
  • Evitar ficar muito tempo sem se movimentar;
  • Manter uma alimentação variada, equilibrada e que funcione para a sua rotina;
  • Beber água regularmente ao longo do dia;
  • Cuidar do sono e procurar manter horários regulares para descansar;
  • Buscar um peso saudável, especialmente quando há excesso de peso junto ao lipedema;
  • Usar peças de compressão quando houver recomendação médica;
  • Contar com acompanhamento fisioterapêutico quando necessário.

Importante: tome cuidado com promessas de internet, como técnicas de detox, jejuns extremos, chás e dietas muito restritivas supostamente capazes de “secar o lipedema”. 

Existem, de fato, algumas estratégias alimentares que vêm sendo estudadas para o controle dos sintomas, mas as evidências ainda são limitadas e não existe uma “dieta do lipedema” que funcione para todo mundo. 

Além disso, vale ter cuidado com massagens dolorosas e compressões improvisadas feitas em casa. Na dúvida, lembre-se que o melhor caminho é sempre contar com o acompanhamento de um profissional.

Qual o maior vilão do lipedema?

Não existe um único “vilão” do lipedema. Além disso, saiba que essa condição não surge simplesmente porque você tem “se alimentado errado”, porque ganhou peso ou porque deixou de se exercitar. Embora a ciência aponte para fatores genéticos, hormonais e inflamatórios como causadores do lipedema, a sua origem ainda não foi completamente esclarecida.

A condição é mais frequente em mulheres, costuma apresentar histórico familiar e frequentemente começa ou se torna mais evidente em períodos de mudanças hormonais, como a puberdade, a gravidez e a menopausa. Isso, porém, não significa que exista um hormônio específico responsável pela doença.

Também precisamos diferenciar as possíveis causas do lipedema dos fatores que agravam seus sintomas. O excesso de peso, por exemplo, aumenta a sobrecarga sobre as pernas e articulações, enquanto a falta de movimento contribui para a perda de condicionamento físico e pode intensificar o desconforto e as limitações de mobilidade.

A alimentação merece atenção, mas sem exageros: não há evidências suficientes para apontar um alimento específico, como açúcar ou glúten, como causas definitivas do lipedema. De fato uma alimentação equilibrada ajuda a cuidar da saúde e a controlar condições associadas, mas ainda assim as dietas restritivas não eliminam o tecido adiposo característico da doença.

Por fim, existe um problema que merece tanta atenção quanto os sintomas em si: a demora para reconhecer o lipedema e receber um diagnóstico adequado. Muitas pessoas tratam as dores, os hematomas frequentes e o aumento desproporcional dos membros como ganho de peso, o que faz com que a condição passe anos sem receber orientações e cuidados apropriados. 

Quando procurar atendimento médico para lipedema?

Procure um médico quando notar um aumento de volume das pernas ou dos braços que vem acompanhado de dor, sensibilidade, hematomas frequentes ou uma desproporção corporal que chama atenção.

Outros sinais que demandam a sua atenção incluem:

  • Pernas ou braços que aumentam de forma parecida nos dois lados;
  • Pés ou mãos que permanecem iguais enquanto o restante do membro aumenta;
  • Sensação frequente de peso ou pressão;
  • Dor ao apertar ou encostar as regiões alteradas;
  • Hematomas que surgem com bastante facilidade;
  • Piora do inchaço ao longo do dia;
  • Dificuldade para caminhar ou fazer exercícios;
  • Perda de peso no tronco sem mudança proporcional nas pernas ou braços;
  • Sintomas que começaram ou pioraram em fases como puberdade, gravidez ou menopausa.

Esses sinais não servem para fazer diagnóstico em casa, ok? Nós os listamos aqui para ajudar você a perceber quando existe algo que merece uma avaliação além da balança.

Você não precisa continuar tentando entender seu corpo por conta própria

A gente sabe que é bem frustrante olhar para as próprias pernas, sentir dor, fazer mudanças na alimentação, perder peso em outras regiões e continuar ouvindo que é só “emagrecer mais um pouco”. No entanto, não se esqueça: se algo no seu corpo parece diferente e está incomodando, já existe motivo suficiente para conversar sobre isso.

Baixando o app Olá Doutor, você pode se consultar com um dermatologista ou um endocrinologista, na modalidade que preferir: Consulta Imediata ou Consulta Agendada.

Nesse atendimento, você pode relatar seus sintomas, mostrar exames anteriores (se tiver), falar sobre mudanças no corpo e entender qual caminho seguir. E não se preocupe: o médico também vai orientar uma avaliação presencial quando ela for necessária para confirmar ou aprofundar a investigação.

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